Resenha: O despertar do Príncipe - Colleen Houck

by - fevereiro 27, 2020



Eu amo muito esse livro, já faz um tempinho que to enrolando pra comprar as continuações, quem me conhece sabe que eu sou enrolona com sagas, mas esse neném surpreendente que foi presente me fez chorar por não ter a continuação na estante.

É um livro eletrizante, acho que não teve um só capitulo que não tivesse ação, ele te prende de ponta a ponta - se tiver bem empenhado dá pra ler em um dia só, eu levei dois.

 
Título Original: Reawakened (Reawakened #1)
Título em Português: O Despertar do Príncipe (Deuses do Egito #1)
Ano: 2015
Autor/Autora: Colleen Houck
Tradutor/Tradutora: Fernanda Abreu
Editora: Arqueiro
Páginas: 384







Eu li um pouco de A Maldição do tigre, e não gostei muito, nunca teria lido O Despertar do Príncipe, se não tivesse ganho, simplesmente porque a protagonista de A maldição não me encantou e eu achei extremamente chata, daí só fugia mesmo de tudo da Colleen Houck, quem gosta de A maldição do tigre me ensina a gostar, por favor. 


Sinopse:
Aos 17 anos, Liliana Young tem uma vida aparentemente invejável. Ela mora em um luxuoso hotel de Nova York com os pais ricos e bem-sucedidos, só usa roupas de grife, recebe uma generosa mesada e tem liberdade para explorar a cidade.
Mas para isso ela precisa seguir algumas regras: só tirar notas altas no colégio, apresentar-se adequadamente nas festas com os pais e fazer amizade apenas com quem eles aprovarem.
Um dia, na seção egípcia do Metropolitan Museum of Art, Lily está pensando numa maneira de convencer os pais a deixá-la escolher a própria carreira, quando uma figura espantosa cruza o seu caminho: uma múmia — na verdade, um príncipe egípcio com poderes divinos que acaba de despertar de um sono de mil anos.
A partir daí, a vida solitária e super-regrada de Lily sofre uma reviravolta. Uma força irresistível a leva a seguir o príncipe Amon até o lendário Vale dos Reis, no Egito, em busca dos outros dois irmãos adormecidos, numa luta contra o tempo para realizar a cerimônia que é a última esperança para salvar a humanidade do maligno deus Seth.

Vou ser bem direta e dizer que me surpreendi muito com esse livro, apesar do cenário parecer bem clichê.
Em O despertar do príncipe, Colleen Houck nos apresenta O Egito e de cara já fica interessante (hum, mumias, piramides...) - Isso foi muito bem explorado, principalmente sobre os sacrificios dos principes.

Liliana conhece Amon em uma de suas visitas ao Museu, - "conhece" - ela é surpreendida por um rapaz semi nu na sessão egípcia. Como qualquer garota normal ela se espanta e saí correndo - É uma das melhores cenas do livro, com certeza. E é aí que a aventura começa. Amon e Lily se conectam - literalmente, ele faz um encantamento ligando a força vital dela a dele - a garota aceita viajar com ele no que parece ser a melhor aventura da sua vida (Cá entre nós, sem muita escolha - mas mesmo se tivesse, quem não iria?)  e ambos embarcam para o Egito para encontrar os outros dois príncipes que precisam despertar antes da noite do ritual. 

Algumas semelhanças com a saga do Tigre são óbvias logo que você começa a leitura. Apesar de a Lily não ser igual a Kelsey, ambas são quietinhas e doces.
Mas gostei muito de a Colleen explorar um lado mais aventureira da Lily que logo de inicio não é notado.  Ela evoluiu bastante durante a leitura sem deixar a personalidade altruísta e hesitante de lado, espero que continue assim nos próximos livros da série.

"Amon tinha dois lados, ambos gravados na mesma sólida moeda. As duas versões eram poderosas, belas e autoritárias, mas o Amon homem, que era vulnerável e duvidava de si mesmo, que ansiava por sentir um vínculo com outras pessoas, era o que mais me atraía"

Amon, foi aquela personificação de perfeição e, apesar de adorar moços gentis e adoráveis, ele não me deixou muito empolgada até boa parte do livro. Só me fez sentir simpatia, porque toda a história de príncipe que se sacrificou para proteger o mundo me deixa emocional (mulher fofinha tem dessas). 

Oque me irritou foi a Colleen passar uma boa parte do livro descrevendo como o Amon era lindo e gostoso (OK MULHER, ENTENDI NA PRIMEIRA VEZ!).

Não teve romance forçado, nem triangulo amoroso e isso foi maravilhoso durante a leitura, tudo acontecendo naturalmente (momento iti malia).

Se me deixar eu conto todo o livro aqui... O final foi bem surpreendente, Colleen fecha parte da historia, mas deixa uma historia melhor ainda pra começar, tipo final de capitulo de novela!

Minha Avaliação:

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